Experiência
O distrito que não saiu do lugar
Quatro dias em vinte quilômetros de vale, onde seis empresas têxteis abriram ao público o próprio arquivo e o próprio museu. O tema é um só: como um distrito têxtil europeu aguentou quarenta anos de concorrência asiática sem sair de onde estava, e o que teve de mudar para conseguir.
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Ficha
- Dias
- 4
- Cidades
- Biella, Trivero, Pollone
- Época recomendada
- de março a junho e de setembro a novembro
- Grupo
- de 15 a 18 participantes
- Idioma das visitas
- italiano e inglês na Fondazione FILA Museum, com percursos também em língua de sinais italiana; nas demais sedes confirma-se na reserva
- Dias Schengen consumidos
- 4 de 90, contando o dia de entrada e o de saída
- Preço
- Sob orçamento
→ Pedir orçamento · Baixar o roteiro em PDF
Escreve-se qual instituição traz o grupo, quantos participantes são e duas datas possíveis. Responde o responsável de programas internacionais no prazo de dois dias úteis.
Roteiro dia a dia
Dia 1 — Biella. Uma marca esportiva nascida de uma fábrica de lã
De manhã, Fondazione FILA Museum, no Brand Experience Center da via Cavour. A visita dura uma hora, se faz com reserva obrigatória e é gratuita. Conta-se como uma empresa têxtil de vale virou uma marca esportiva global, e o que ficou no vale dessa transformação.
As visitas são segunda, quinta e sexta, em duas faixas de horário: esta rota se monta sobre esses dias.
À tarde, duas horas de sessão de trabalho: separar, na história vista de manhã, as decisões de produto das decisões de marca.
Dia 2 — Trivero. Uma empresa que construiu o povoado em volta da fábrica
Dia inteiro na Casa Zegna, na via Marconi. É o arquivo histórico e o centro cultural de um grupo têxtil, dentro de um território que a mesma família reflorestou e equipou no século XX. Trabalha-se uma pergunta que uma área de programas internacionais valoriza mais do que parece: o que deve a um território uma empresa que daquele território tirou tudo.
Dia 3 — Biella e Pollone. Dois arquivos e uma cervejaria
De manhã, Fondazione Sella, na via Corradino Sella: arquivo de empresa e arquivo fotográfico de uma família que fez banco, indústria e política. Trabalha-se com as fontes.
À tarde, Archivio Piacenza 1733, em Pollone: uma fábrica de lã em operação desde o século XVIII, com os seus mostruários. Como alternativa, sob solicitação, MeBo — Menabrea Botalla Museum, o museu de uma cervejaria e de uma queijaria históricas da cidade.
O MeBo não publica horários comuns nem capacidade: confirma-se no momento da reserva.
Dia 4 — A comparação e o fechamento
De manhã, trabalho em equipe. Seis empresas, uma cadeia, um raio de vinte quilômetros: monta-se o mapa de quem compra de quem, e confere-se se o distrito continua existindo como sistema ou só como geografia.
À tarde, apresentações de oito minutos e discussão.
O que se visita
| Lugar | O que é | Situação |
|---|---|---|
| Fondazione FILA Museum, Biella | Museu de empresa, visita de uma hora com reserva obrigatória, segunda quinta e sexta | Reservável |
| Casa Zegna, Trivero | Arquivo histórico e centro cultural de um grupo têxtil | Reservável |
| Fondazione Sella, Biella | Arquivo de empresa e arquivo fotográfico | Sob solicitação |
| Archivio Piacenza 1733, Pollone | Arquivo de uma fábrica de lã em operação desde 1733 | Sob solicitação |
| MeBo — Menabrea Botalla Museum, Biella | Museu de uma cervejaria e de uma queijaria históricas, com área de degustação | Sob solicitação |
| Maglificio Maggia, zona de Biella | Arquivo de empresa da malharia | Sob solicitação |
Seis sedes em vinte quilômetros, todas na mesma cadeia. Ninguém vende este território como percurso de estudo, e a razão por que nós vendemos é que seis arquivos de empresa próximos valem mais do que um famoso longe.
O que inclui e o que não inclui
Inclui: entradas e visitas guiadas às sedes confirmadas, a reserva e a coordenação com quem recebe, três sessões de trabalho num total de seis horas, os materiais, uma pessoa do Istituto com o grupo durante toda a experiência e a declaração de participação na experiência. Não inclui: voo, deslocamentos de e para o aeroporto, deslocamentos dentro da zona de Biella, hospedagem, alimentação, seguro pessoal de viagem.
A época, e por quê
Viaja-se de março a junho e de setembro a novembro.
Janeiro e fevereiro ficam de fora: a zona de Biella é território de montanha, no inverno os dias são curtos e os deslocamentos de um vale a outro ficam lentos. Não é um problema de encanto, é um problema de quantas sedes cabem num dia.
Agosto fica de fora.
O porquê, mês a mês, está na página Temporadas.
Logística e capacidade
Todas as sedes estão dentro de um raio de uns vinte quilômetros e se cobrem por estrada; o grupo não troca de hotel em quatro dias.
O grupo recomendado é de 15 pessoas: é o tamanho que alcança as tarifas de grupo sem passar dos limites de acesso das visitas, que nestas sedes chegam a 20. Acima de 18 o roteiro se parte em dois turnos, o dia se alonga e o custo por pessoa não baixa.
A restrição que monta o calendário não é a capacidade, são os dias de abertura: a sede principal recebe só segunda, quinta e sexta, e todo o resto se constrói em torno desses dias.
Coberturas
O programa inclui uma apólice de acidentes e responsabilidade civil por toda a estadia. As importâncias seguradas, a seguradora e o número da apólice são publicados na contratação e anexados ao contrato; enquanto isso, pedem-se por escrito, com resposta em dois dias úteis.
Quer que conte como formação, com uma declaração? Esta experiência pode ser integrada a um programa do Istituto, com horas de aula, um trabalho a entregar e uma declaração de participação. → Para grupos
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Vamos falar deste percurso
Respondemos em dois dias úteis com as datas, o programa dia a dia e o orçamento.