Ir para o conteúdo
Istituto Belmonte
Idioma

As experiências

Uma experiência é um percurso curto dentro de empresas, arquivos e museus de empresa e polos de inovação, com um trabalho que se faz enquanto se caminha e uma discussão no fim de cada jornada. Dura de dois dias em diante, se faz em grupo, e o roteiro é publicado hora a hora antes da saída.

Imagem de ambiente. Não retrata uma sede do Istituto nem uma parada do programa.
Nesta página
  1. O que há no catálogo
  2. Os percursos de dois dias
  3. Os três dias europeus
  4. Os percursos de quatro dias
  5. Os percursos de sete dias
  6. As rotas multipaís
  7. O mês muda tudo
  8. Transforme num programa com declaração

O que não é. Não é um curso: não tem módulos, não tem horas em sala de aula e sozinha não dá a declaração de participação, que só é entregue nos programas. Também não é uma viagem de formatura nem um pacote turístico: não vendemos transporte e hospedagem como produto, organizamos quando fazem falta para o roteiro funcionar. Quem procura uma fórmula com formação dentro e um documento no fim, veja os programas.


Cidade · Turim | Florença | Roma | Milão | Bérgamo | Bolonha, Módena e Maranello | Veneza | Parma | Salerno | Cosenza | Europa Dias · 2 | 3 | 4 | 7 | 15 | 18 | 20 Época · janeiro | fevereiro-abril | maio-julho | setembro-novembro Tamanho do grupo · até 15 | 16-20 | 21-30 Tema · marca e manufatura | ofícios e artesanato | design e cidade | motores | cadeia produtiva e consórcios | empreendedorismo estudantil

No catálogo há 39 experiências publicadas. As paradas em produção ativa, ou seja as plantas onde se trabalha enquanto o grupo as percorre, são seis e têm nome: o factory tour Ducati em Borgo Panigale, a fábrica Pagani em San Cesario sul Panaro, o Autostadt de Wolfsburg, o Concio di Amarelli em Rossano, a usina hidrelétrica de Crespi d'Adda e a fábrica de massas de Gragnano. Todas as outras paradas se contam pelo que são: o arquivo de uma empresa viva, com seus documentos e seus erros, se sustenta perfeitamente diante de quem faz empresa, mas chamar isso de fábrica não.

Três experiências estão desenhadas e não publicadas, porque as paradas que as tornam reais ainda não responderam por escrito. Preferimos não listá-las a vendê-las pela metade.


Os percursos de dois dias

O cinema como fábrica

O que significa produzir dentro de uma planta quando o produto é um filme. Dois dias em Roma entre estúdios, arquivos de empresa e uma aceleradora, vendo como se administram encomendas, espaços e ofícios.

Roma · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

O consórcio como tecnologia de governo

Dezenas de produtores que competem entre si escrevem juntos as regras que protegem todos eles. Dois dias em Parma dentro dos arquivos e museus de uma cadeia que transformou o nome de um território num título de propriedade coletiva.

Parma · 2 dias · de fevereiro a novembro · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento

O design como indústria, não como gosto

Um prêmio, um museu e uma cadeia de empresas: dois dias em Milão para entender como um país constrói um sistema de design e como o governa, em vez de apenas ter bom gosto.

Milão · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro; abril é o mês do Salone del Mobile · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento

O produto antes do produto

Dois dias em Turim dentro das empresas que transformaram uma matéria-prima agrícola e um objeto de metal em duas marcas que se reconhecem sem ler o rótulo.

Turim · 2 dias · de 8 de janeiro ao fim de julho e de setembro a dezembro · de 15 a 26 participantes · Sob orçamento

O vidro, e como se distingue uma empresa de uma loja

Dentro de um distrito turístico, aprender a reconhecer onde se produz de verdade e onde só se vende. É o trabalho de quem tem de comprar de um fornecedor que não conhece, e em Murano se aprende em dois dias.

Veneza e Murano · 2 dias · fevereiro-junho e setembro-novembro, em manhãs de dia útil · de 8 a 15 participantes · Sob orçamento

A cerâmica que exporta

Um distrito artesanal do sul que montou um canal de exportação antes de a palavra exportação entrar nos planos industriais. Dois dias em Vietri, com as mãos no barro e as contas sobre a mesa.

Vietri sul Mare e Salerno · 2 dias · março-junho e setembro-outubro; a janela recomendada é março-abril · de 8 a 15 participantes · Sob orçamento

A empresa que sustenta um território

Uma empresa familiar sobre uma rodovia estadual da Calábria, uma marca que resiste há gerações e um museu que leva visitantes aonde ninguém iria. Dois dias dentro de uma fábrica de alcaçuz que trabalha enquanto é visitada.

Rossano (Cosenza), Calábria · 2 dias · março-junho e setembro-novembro · de 10 a 30 participantes no percurso; o auditório da empresa passa de cem lugares · Sob orçamento

A vila operária como modelo de empresa

Um empresário que não desenha só a fábrica, mas a vida de quem trabalha nela: casas, escola, igreja, cemitério. Dois dias numa vila operária declarada patrimônio mundial, dentro de uma usina hidrelétrica que ainda funciona.

Crespi d'Adda (Bérgamo), com base em Milão · 2 dias · de março a novembro; a melhor janela é março-abril · de 10 a 30 participantes · Sob orçamento

Motor Valley, dois dias

Algumas dezenas de quilômetros de planície produzem marcas que o mundo paga a preço de luxo. Dois dias dentro de duas linhas de montagem em operação e um museu de empresa, para entender o que esses concorrentes de fato compartilham.

Bolonha, Módena, Maranello · 2 dias · de fevereiro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Quem decide a forma de uma cidade

A água, a energia e a borracha de uma metrópole europeia contados por quem os administra. Dois dias em Milão dentro das empresas que prestam um serviço a todos e que têm de explicá-lo a quem o paga na conta.

Milão · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento

Um ofício, uma hora, um preço

Como um distrito artesanal defende sua margem quando qualquer um, em qualquer parte do mundo, pode copiar o produto. Dois dias em Florença dentro da marroquinaria, olhando a parte que não se copia.

Florença · 2 dias · fevereiro-junho e setembro-novembro; a partir de 8 de janeiro é viável · de 8 a 20 participantes · Sob orçamento


Os três dias europeus

Comprar inovação em vez de produzi-la

Três dias sobre uma pergunta que toca os dois lados da mesa: por que uma empresa grande prefere comprar uma startup em vez de construir a mesma coisa em casa, e o que uma startup avalia quando decide se vende.

Berlim · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 12 a 15 participantes · Sob orçamento

Quando a marca vale mais que o produto

Três dias sobre um produtor de cerveja que deixou de vender só cerveja e passou a vender a ideia de si mesmo, a ponto de cobrar ingresso de quem quer vê-la. Mede-se quanto vale essa ideia e olha-se como ela está construída.

Amsterdã · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 15 a 30 participantes; é a única experiência do catálogo em que o grupo grande é vantajoso · Sob orçamento

O campus que fica quando a empresa vai embora

Três dias sobre algo que acontece poucas vezes: uma empresa grande deixa um território e, em vez de deixá-lo vazio, deixa um campus que hoje produz mais tecnologia do que quando ela estava lá. Olha-se como foi possível, e quem pagou a transição.

Amsterdã e Eindhoven · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, exceto sábado e domingo · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

O design como política industrial

Três dias numa cidade onde o design não é um gosto nem um ofício: é uma decisão pública, com seu prédio, seu dinheiro e suas regras. Olha-se como um país pequeno decidiu usar o projeto como alavanca econômica, e o que teve de construir para conseguir.

Copenhague · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, com uma nota sobre as horas de luz · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento

Estudantes que falam com estudantes

Três dias num país que construiu em torno de uma universidade um sistema em que os estudantes fundam empresas por conta própria, enquanto estudam, e que hoje exporta esse modelo. É a única experiência do catálogo em que as pessoas que se conhecem têm a idade dos participantes.

Helsinque e Espoo · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, com uma nota sobre as horas de luz · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

A linha de montagem e o seu parque

Três dias sobre uma empresa que faz duas coisas ao mesmo tempo: monta automóveis e vende a experiência de ir buscá-los. Atravessa-se a linha de montagem e depois atravessa-se o parque construído ao lado, e olha-se quanto vale cada uma das duas.

Berlim e Wolfsburg · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para a visita guiada · Sob orçamento

Mil startups em um edifício

Três dias dentro do maior campus de startups da Europa, construído numa antiga estação de trem. A pergunta não é quantas empresas cabem lá dentro: é o que se pede a uma startup para entrar, e o que acontece com as que são retiradas.

Paris · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento


Os percursos de quatro dias

Do tear à vitrine

Quatro dias para seguir uma cadeia do luxo do fio até a vitrine, e para entender onde está a margem ao longo dessa cadeia: no tear de Como, no estúdio de design, na butique de Montenapoleone, ou em nenhum dos três.

Milão e Como · 4 dias · de 8 de janeiro a julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Duas cadeias produtivas, uma planície

Quatro dias no mesmo pedaço da planície do Pó, onde nasceram duas indústrias que não se parecem em nada, os motores e a comida, e que resolveram o mesmo problema da mesma forma: transformar uma limitação geográfica num nome que se paga mais caro.

Bolonha, Módena, Maranello, Parma · 4 dias · de fevereiro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Dois ofícios antigos, dois destinos

Quatro dias sobre dois ofícios que nesta costa existem há séculos, o papel e a cerâmica. Um continuou sendo indústria, o outro virou artesanato de alto preço. Olha-se por quê, e o que decidiu essa diferença.

Amalfi, Vietri sul Mare, Salerno · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 12 a 15 participantes · Sob orçamento

O distrito que não saiu do lugar

Quatro dias em vinte quilômetros de vale, onde seis empresas têxteis abriram ao público o próprio arquivo e o próprio museu. O tema é um só: como um distrito têxtil europeu aguentou quarenta anos de concorrência asiática sem sair de onde estava, e o que teve de mudar para conseguir.

Biella, Trivero, Pollone · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento

Quem vem depois

Quatro dias sobre uma só pergunta: como se passa uma empresa a quem vem depois. É a pergunta que a maioria dos integrantes de uma atlética de jovens empreendedores leva para casa, porque muitos já a estão vivendo por dentro.

Milão e Sorrento · 4 dias · de abril a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Três maneiras de estar no mercado

Quatro dias e três cidades para pôr lado a lado três empresas que vendem bem e que não se parecem em nada: uma indústria, uma oficina artesanal e um sistema de design. No fim se comparam, com os números de cada uma.

Milão, Turim, Florença · 4 dias · de 8 de janeiro ao fim de julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Um distrito onde ninguém o procurava

Quatro dias numa ilha do Mediterrâneo que ninguém associa à microeletrônica e que virou um nó europeu de semicondutores. A pergunta do percurso não é «o que se produz aqui»: é o que é preciso para que um distrito tecnológico nasça num lugar onde ninguém o estava procurando.

Catânia e Randazzo · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Um nome geográfico se defende

Quatro dias numa cidade de trinta mil habitantes que transformou um formato de trigo duro num nome reconhecido no mundo inteiro, e numa cidade grande ao lado que tem outros nomes a defender. A pergunta é sempre a mesma: quem é o dono de uma marca que leva o nome de um lugar.

Nápoles e Gragnano · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro; com a produção aberta, 30 de maio e de 11 a 13 de setembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Um ofício com balanço

Quatro dias sobre quatro empresas toscanas que fazem um trabalho manual e que têm todas o mesmo problema: quem ensina o ofício a quem vem depois, quanto custa ensinar, e o que acontece com a empresa no dia em que se aposenta a última pessoa que sabe fazer.

Florença, Fiesole, Montelupo Fiorentino · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Uma certificação não é uma campanha

Quatro dias para ver o que muda de verdade dentro de uma empresa que se certifica, e como se distingue uma certificação de uma campanha publicitária que fala da mesma coisa. Olham-se os documentos, não os slogans.

Valdagno, Stra, Conegliano · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento


Os percursos de sete dias

Do trigo aos chips

Uma semana numa região que tem ao mesmo tempo a agroindústria mais antiga da Itália e a microeletrônica mais avançada, e onde os dois mundos quase não se falam. A pergunta da semana é por quê, e o que seria preciso para que começassem.

Palermo, Catânia, Taormina, Randazzo · 7 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

O triângulo industrial

Uma semana nas três cidades que construíram a indústria italiana do século XX, e numa quarta, pequena, onde uma empresa fez em 1965 o primeiro computador pessoal e hoje já não existe. O tema não é a nostalgia: é o que fica dentro de uma cidade quando a indústria que a fez se retira.

Milão, Turim, Ivrea, Gênova · 7 dias · de 8 de janeiro a junho e de setembro a dezembro, com três janelas de fechamento a evitar · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Especializar-se, exportar, consorciar-se

Uma semana sobre três distritos que escolheram três caminhos diferentes diante do mesmo problema, a concorrência internacional: um se especializou, um se internacionalizou, um se consorciou. No fim comparam-se os três resultados, com os documentos das empresas na mão.

Biella, Trivero, Pollone, Milão, Parma · 7 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento

A Itália que vende para fora

Uma semana sobre quatro produtos que não se parecem em nada, um café, uma moto, um sapato e um objeto de design, e que têm de resolver o mesmo problema: convencer um comprador que não fala italiano e que nunca esteve na Itália.

Milão, Turim, Bolonha, Florença · 7 dias · de 8 de janeiro a julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

A mesma pergunta, duas respostas

Uma semana que começa em Milão e termina na costa, montada sobre três perguntas que todas as empresas italianas se fazem igual e que o norte e o sul respondem de forma diferente: onde encontro gente, como exporto, a quem deixo a empresa.

Milão, Nápoles, Gragnano, costa de Salerno · 7 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento

Muitas, pequenas, especializadas

Uma semana dentro do modelo de empresa que o Vêneto inventou: muitas companhias pequenas, cada uma boa numa só coisa, que juntas montam uma cadeia. Olha-se se esse modelo aguenta hoje, com duas provas concretas, a sucessão e a sustentabilidade certificada.

Veneza, Stra, Valdagno, Conegliano, Treviso · 7 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento

Vender para o mundo de uma cidadezinha

Uma semana fora das cidades, dentro de empresas que ficam em povoados de alguns milhares de habitantes e que vendem em meio mundo sem ter uma área de exportação. Olha-se como fazem, e o que têm no lugar dessa área.

Florença, Siena, Arezzo, Sansepolcro, Fornaci di Barga · 7 dias · de abril a junho e de setembro a outubro · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento


As rotas multipaís

Cinco modelos de empresa europeus, comparados

Quinze dias, cinco países, cinco perguntas diferentes. Em cada país se olha uma só maneira de fazer empresa, escolhida porque aquele país a faz melhor que os demais, e no fim põem-se os cinco modelos lado a lado.

Milão, Berlim, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque e Espoo · 15 dias · janeiro, e é a única rota do catálogo desenhada para janeiro · de 12 a 15 participantes; acima de 15 a rota muda, e mais abaixo está escrito como · Sob orçamento

Cinco países, uma cidade em cada um

Quinze dias, cinco países, uma só cidade por país e um dia por país que a instituição que traz o grupo decide. É a rota com menos peças em movimento de todas: cinco escalas, quatro voos, nenhuma saída fora da cidade, e um terço do tempo livre para quem conhece os próprios estudantes melhor do que nós.

Milão, Berlim, Amsterdã, Copenhague, Helsinque · 15 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes; acima de 15 a rota muda, e mais abaixo está escrito como · Sob orçamento

Onde de fato se produz

Dezoito dias montados em torno de uma pergunta que uma área de programas internacionais faz primeiro e que quase nenhum programa aguenta: visitaram fábricas, ou só museus? Esta variante acrescenta à rota europeia uma segunda cidade italiana, um dia dentro de uma planta automotiva alemã em operação e um dia dedicado a um campus tecnológico holandês.

Milão, Bolonha, Berlim e Wolfsburg, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque · 18 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para uma visita guiada · Sob orçamento

Seis países, e um encontro com quem projeta

Vinte dias, seis países, duas fábricas em operação e uma possibilidade que em nenhum outro ponto do nosso catálogo existe: sentar-se diante de uma pessoa que projeta um produto conhecido no mundo inteiro e perguntar-lhe como o faz. É a rota mais longa, a mais cara e a mais frágil, e as três coisas estão escritas nesta página.

Paris, Milão, Bolonha, Berlim e Wolfsburg, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque · 20 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para uma visita guiada · Sob orçamento


O mês muda tudo

Em janeiro boa parte da Costa Amalfitana está fechada, a estrada da costa pode ficar interrompida por dias e as empresas italianas reabrem depois de 6 de janeiro: por isso a única rota de janeiro é urbana e nórdica. A janela italiana real vai de fevereiro a abril, e a segunda de setembro a novembro. Mês a mês, o que está aberto e o que não: → Quando se viaja, e por quê


Transforme num programa com declaração

Um percurso sozinho não entrega documentos. Dentro de um programa sim, e duas jornadas já vêm incluídas no preço dos intensivos. → Para grupos · Os programas

Os programas não conferem título com validade oficial. O Istituto Belmonte é um centro de formação privado italiano. Seus programas não conferem título com validade oficial na Itália nem no Brasil, não dão créditos acadêmicos e o documento emitido não é diploma nem está sujeito a revalidação. Ao final é entregue uma declaração de participação.

Vamos falar deste percurso

Respondemos em dois dias úteis com as datas, o programa dia a dia e o orçamento.

Pedir um orçamento