Uma experiência é um percurso curto dentro de empresas, arquivos e museus de empresa e polos de inovação, com um trabalho que se faz enquanto se caminha e uma discussão no fim de cada jornada. Dura de dois dias em diante, se faz em grupo, e o roteiro é publicado hora a hora antes da saída.
Imagem de ambiente. Não retrata uma sede do Istituto nem uma parada do programa.
O que não é. Não é um curso: não tem módulos, não tem horas em sala de aula e sozinha não dá a declaração de participação, que só é entregue nos programas. Também não é uma viagem de formatura nem um pacote turístico: não vendemos transporte e hospedagem como produto, organizamos quando fazem falta para o roteiro funcionar. Quem procura uma fórmula com formação dentro e um documento no fim, veja os programas.
O que há no catálogo
Cidade · Turim | Florença | Roma | Milão | Bérgamo | Bolonha, Módena e Maranello | Veneza | Parma | Salerno | Cosenza | Europa Dias · 2 | 3 | 4 | 7 | 15 | 18 | 20 Época · janeiro | fevereiro-abril | maio-julho | setembro-novembro Tamanho do grupo · até 15 | 16-20 | 21-30 Tema · marca e manufatura | ofícios e artesanato | design e cidade | motores | cadeia produtiva e consórcios | empreendedorismo estudantil
No catálogo há 39 experiências publicadas. As paradas em produção ativa, ou seja as plantas onde se trabalha enquanto o grupo as percorre, são seis e têm nome: o factory tour Ducati em Borgo Panigale, a fábrica Pagani em San Cesario sul Panaro, o Autostadt de Wolfsburg, o Concio di Amarelli em Rossano, a usina hidrelétrica de Crespi d'Adda e a fábrica de massas de Gragnano. Todas as outras paradas se contam pelo que são: o arquivo de uma empresa viva, com seus documentos e seus erros, se sustenta perfeitamente diante de quem faz empresa, mas chamar isso de fábrica não.
Três experiências estão desenhadas e não publicadas, porque as paradas que as tornam reais ainda não responderam por escrito. Preferimos não listá-las a vendê-las pela metade.
O que significa produzir dentro de uma planta quando o produto é um filme. Dois dias em Roma entre estúdios, arquivos de empresa e uma aceleradora, vendo como se administram encomendas, espaços e ofícios.
Roma · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Dezenas de produtores que competem entre si escrevem juntos as regras que protegem todos eles. Dois dias em Parma dentro dos arquivos e museus de uma cadeia que transformou o nome de um território num título de propriedade coletiva.
Parma · 2 dias · de fevereiro a novembro · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento
Um prêmio, um museu e uma cadeia de empresas: dois dias em Milão para entender como um país constrói um sistema de design e como o governa, em vez de apenas ter bom gosto.
Milão · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro; abril é o mês do Salone del Mobile · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento
Dois dias em Turim dentro das empresas que transformaram uma matéria-prima agrícola e um objeto de metal em duas marcas que se reconhecem sem ler o rótulo.
Turim · 2 dias · de 8 de janeiro ao fim de julho e de setembro a dezembro · de 15 a 26 participantes · Sob orçamento
Dentro de um distrito turístico, aprender a reconhecer onde se produz de verdade e onde só se vende. É o trabalho de quem tem de comprar de um fornecedor que não conhece, e em Murano se aprende em dois dias.
Veneza e Murano · 2 dias · fevereiro-junho e setembro-novembro, em manhãs de dia útil · de 8 a 15 participantes · Sob orçamento
Um distrito artesanal do sul que montou um canal de exportação antes de a palavra exportação entrar nos planos industriais. Dois dias em Vietri, com as mãos no barro e as contas sobre a mesa.
Vietri sul Mare e Salerno · 2 dias · março-junho e setembro-outubro; a janela recomendada é março-abril · de 8 a 15 participantes · Sob orçamento
Uma empresa familiar sobre uma rodovia estadual da Calábria, uma marca que resiste há gerações e um museu que leva visitantes aonde ninguém iria. Dois dias dentro de uma fábrica de alcaçuz que trabalha enquanto é visitada.
Rossano (Cosenza), Calábria · 2 dias · março-junho e setembro-novembro · de 10 a 30 participantes no percurso; o auditório da empresa passa de cem lugares · Sob orçamento
Um empresário que não desenha só a fábrica, mas a vida de quem trabalha nela: casas, escola, igreja, cemitério. Dois dias numa vila operária declarada patrimônio mundial, dentro de uma usina hidrelétrica que ainda funciona.
Crespi d'Adda (Bérgamo), com base em Milão · 2 dias · de março a novembro; a melhor janela é março-abril · de 10 a 30 participantes · Sob orçamento
Algumas dezenas de quilômetros de planície produzem marcas que o mundo paga a preço de luxo. Dois dias dentro de duas linhas de montagem em operação e um museu de empresa, para entender o que esses concorrentes de fato compartilham.
Bolonha, Módena, Maranello · 2 dias · de fevereiro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
A água, a energia e a borracha de uma metrópole europeia contados por quem os administra. Dois dias em Milão dentro das empresas que prestam um serviço a todos e que têm de explicá-lo a quem o paga na conta.
Milão · 2 dias · o ano todo a partir de 8 de janeiro · de 10 a 20 participantes · Sob orçamento
Como um distrito artesanal defende sua margem quando qualquer um, em qualquer parte do mundo, pode copiar o produto. Dois dias em Florença dentro da marroquinaria, olhando a parte que não se copia.
Florença · 2 dias · fevereiro-junho e setembro-novembro; a partir de 8 de janeiro é viável · de 8 a 20 participantes · Sob orçamento
Três dias sobre uma pergunta que toca os dois lados da mesa: por que uma empresa grande prefere comprar uma startup em vez de construir a mesma coisa em casa, e o que uma startup avalia quando decide se vende.
Berlim · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 12 a 15 participantes · Sob orçamento
Três dias sobre um produtor de cerveja que deixou de vender só cerveja e passou a vender a ideia de si mesmo, a ponto de cobrar ingresso de quem quer vê-la. Mede-se quanto vale essa ideia e olha-se como ela está construída.
Amsterdã · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 15 a 30 participantes; é a única experiência do catálogo em que o grupo grande é vantajoso · Sob orçamento
Três dias sobre algo que acontece poucas vezes: uma empresa grande deixa um território e, em vez de deixá-lo vazio, deixa um campus que hoje produz mais tecnologia do que quando ela estava lá. Olha-se como foi possível, e quem pagou a transição.
Amsterdã e Eindhoven · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, exceto sábado e domingo · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Três dias numa cidade onde o design não é um gosto nem um ofício: é uma decisão pública, com seu prédio, seu dinheiro e suas regras. Olha-se como um país pequeno decidiu usar o projeto como alavanca econômica, e o que teve de construir para conseguir.
Copenhague · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, com uma nota sobre as horas de luz · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento
Três dias num país que construiu em torno de uma universidade um sistema em que os estudantes fundam empresas por conta própria, enquanto estudam, e que hoje exporta esse modelo. É a única experiência do catálogo em que as pessoas que se conhecem têm a idade dos participantes.
Helsinque e Espoo · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído, com uma nota sobre as horas de luz · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Três dias sobre uma empresa que faz duas coisas ao mesmo tempo: monta automóveis e vende a experiência de ir buscá-los. Atravessa-se a linha de montagem e depois atravessa-se o parque construído ao lado, e olha-se quanto vale cada uma das duas.
Berlim e Wolfsburg · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para a visita guiada · Sob orçamento
Três dias dentro do maior campus de startups da Europa, construído numa antiga estação de trem. A pergunta não é quantas empresas cabem lá dentro: é o que se pede a uma startup para entrar, e o que acontece com as que são retiradas.
Paris · 3 dias · o ano todo, janeiro incluído · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento
Quatro dias para seguir uma cadeia do luxo do fio até a vitrine, e para entender onde está a margem ao longo dessa cadeia: no tear de Como, no estúdio de design, na butique de Montenapoleone, ou em nenhum dos três.
Milão e Como · 4 dias · de 8 de janeiro a julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias no mesmo pedaço da planície do Pó, onde nasceram duas indústrias que não se parecem em nada, os motores e a comida, e que resolveram o mesmo problema da mesma forma: transformar uma limitação geográfica num nome que se paga mais caro.
Bolonha, Módena, Maranello, Parma · 4 dias · de fevereiro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias sobre dois ofícios que nesta costa existem há séculos, o papel e a cerâmica. Um continuou sendo indústria, o outro virou artesanato de alto preço. Olha-se por quê, e o que decidiu essa diferença.
Amalfi, Vietri sul Mare, Salerno · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 12 a 15 participantes · Sob orçamento
Quatro dias em vinte quilômetros de vale, onde seis empresas têxteis abriram ao público o próprio arquivo e o próprio museu. O tema é um só: como um distrito têxtil europeu aguentou quarenta anos de concorrência asiática sem sair de onde estava, e o que teve de mudar para conseguir.
Biella, Trivero, Pollone · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento
Quatro dias sobre uma só pergunta: como se passa uma empresa a quem vem depois. É a pergunta que a maioria dos integrantes de uma atlética de jovens empreendedores leva para casa, porque muitos já a estão vivendo por dentro.
Milão e Sorrento · 4 dias · de abril a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias e três cidades para pôr lado a lado três empresas que vendem bem e que não se parecem em nada: uma indústria, uma oficina artesanal e um sistema de design. No fim se comparam, com os números de cada uma.
Milão, Turim, Florença · 4 dias · de 8 de janeiro ao fim de julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias numa ilha do Mediterrâneo que ninguém associa à microeletrônica e que virou um nó europeu de semicondutores. A pergunta do percurso não é «o que se produz aqui»: é o que é preciso para que um distrito tecnológico nasça num lugar onde ninguém o estava procurando.
Catânia e Randazzo · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias numa cidade de trinta mil habitantes que transformou um formato de trigo duro num nome reconhecido no mundo inteiro, e numa cidade grande ao lado que tem outros nomes a defender. A pergunta é sempre a mesma: quem é o dono de uma marca que leva o nome de um lugar.
Nápoles e Gragnano · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro; com a produção aberta, 30 de maio e de 11 a 13 de setembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias sobre quatro empresas toscanas que fazem um trabalho manual e que têm todas o mesmo problema: quem ensina o ofício a quem vem depois, quanto custa ensinar, e o que acontece com a empresa no dia em que se aposenta a última pessoa que sabe fazer.
Florença, Fiesole, Montelupo Fiorentino · 4 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Quatro dias para ver o que muda de verdade dentro de uma empresa que se certifica, e como se distingue uma certificação de uma campanha publicitária que fala da mesma coisa. Olham-se os documentos, não os slogans.
Valdagno, Stra, Conegliano · 4 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento
Uma semana numa região que tem ao mesmo tempo a agroindústria mais antiga da Itália e a microeletrônica mais avançada, e onde os dois mundos quase não se falam. A pergunta da semana é por quê, e o que seria preciso para que começassem.
Palermo, Catânia, Taormina, Randazzo · 7 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Uma semana nas três cidades que construíram a indústria italiana do século XX, e numa quarta, pequena, onde uma empresa fez em 1965 o primeiro computador pessoal e hoje já não existe. O tema não é a nostalgia: é o que fica dentro de uma cidade quando a indústria que a fez se retira.
Milão, Turim, Ivrea, Gênova · 7 dias · de 8 de janeiro a junho e de setembro a dezembro, com três janelas de fechamento a evitar · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Uma semana sobre três distritos que escolheram três caminhos diferentes diante do mesmo problema, a concorrência internacional: um se especializou, um se internacionalizou, um se consorciou. No fim comparam-se os três resultados, com os documentos das empresas na mão.
Biella, Trivero, Pollone, Milão, Parma · 7 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento
Uma semana sobre quatro produtos que não se parecem em nada, um café, uma moto, um sapato e um objeto de design, e que têm de resolver o mesmo problema: convencer um comprador que não fala italiano e que nunca esteve na Itália.
Milão, Turim, Bolonha, Florença · 7 dias · de 8 de janeiro a julho e de setembro a dezembro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Uma semana que começa em Milão e termina na costa, montada sobre três perguntas que todas as empresas italianas se fazem igual e que o norte e o sul respondem de forma diferente: onde encontro gente, como exporto, a quem deixo a empresa.
Milão, Nápoles, Gragnano, costa de Salerno · 7 dias · de março a junho e de setembro a outubro · de 15 a 20 participantes · Sob orçamento
Uma semana dentro do modelo de empresa que o Vêneto inventou: muitas companhias pequenas, cada uma boa numa só coisa, que juntas montam uma cadeia. Olha-se se esse modelo aguenta hoje, com duas provas concretas, a sucessão e a sustentabilidade certificada.
Veneza, Stra, Valdagno, Conegliano, Treviso · 7 dias · de março a junho e de setembro a novembro · de 15 a 18 participantes · Sob orçamento
Uma semana fora das cidades, dentro de empresas que ficam em povoados de alguns milhares de habitantes e que vendem em meio mundo sem ter uma área de exportação. Olha-se como fazem, e o que têm no lugar dessa área.
Florença, Siena, Arezzo, Sansepolcro, Fornaci di Barga · 7 dias · de abril a junho e de setembro a outubro · de 15 a 25 participantes · Sob orçamento
Quinze dias, cinco países, cinco perguntas diferentes. Em cada país se olha uma só maneira de fazer empresa, escolhida porque aquele país a faz melhor que os demais, e no fim põem-se os cinco modelos lado a lado.
Milão, Berlim, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque e Espoo · 15 dias · janeiro, e é a única rota do catálogo desenhada para janeiro · de 12 a 15 participantes; acima de 15 a rota muda, e mais abaixo está escrito como · Sob orçamento
Quinze dias, cinco países, uma só cidade por país e um dia por país que a instituição que traz o grupo decide. É a rota com menos peças em movimento de todas: cinco escalas, quatro voos, nenhuma saída fora da cidade, e um terço do tempo livre para quem conhece os próprios estudantes melhor do que nós.
Milão, Berlim, Amsterdã, Copenhague, Helsinque · 15 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes; acima de 15 a rota muda, e mais abaixo está escrito como · Sob orçamento
Dezoito dias montados em torno de uma pergunta que uma área de programas internacionais faz primeiro e que quase nenhum programa aguenta: visitaram fábricas, ou só museus? Esta variante acrescenta à rota europeia uma segunda cidade italiana, um dia dentro de uma planta automotiva alemã em operação e um dia dedicado a um campus tecnológico holandês.
Milão, Bolonha, Berlim e Wolfsburg, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque · 18 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para uma visita guiada · Sob orçamento
Vinte dias, seis países, duas fábricas em operação e uma possibilidade que em nenhum outro ponto do nosso catálogo existe: sentar-se diante de uma pessoa que projeta um produto conhecido no mundo inteiro e perguntar-lhe como o faz. É a rota mais longa, a mais cara e a mais frágil, e as três coisas estão escritas nesta página.
Paris, Milão, Bolonha, Berlim e Wolfsburg, Amsterdã e Eindhoven, Copenhague, Helsinque · 20 dias · janeiro · de 12 a 15 participantes, com o grupo dividido em dois para uma visita guiada · Sob orçamento
O mês muda tudo
Em janeiro boa parte da Costa Amalfitana está fechada, a estrada da costa pode ficar interrompida por dias e as empresas italianas reabrem depois de 6 de janeiro: por isso a única rota de janeiro é urbana e nórdica. A janela italiana real vai de fevereiro a abril, e a segunda de setembro a novembro. Mês a mês, o que está aberto e o que não: → Quando se viaja, e por quê
Transforme num programa com declaração
Um percurso sozinho não entrega documentos. Dentro de um programa sim, e duas jornadas já vêm incluídas no preço dos intensivos. → Para grupos · Os programas
Os programas não conferem título com validade oficial. O Istituto Belmonte é um centro de formação privado italiano. Seus programas não conferem título com validade oficial na Itália nem no Brasil, não dão créditos acadêmicos e o documento emitido não é diploma nem está sujeito a revalidação. Ao final é entregue uma declaração de participação.
Vamos falar deste percurso
Respondemos em dois dias úteis com as datas, o programa dia a dia e o orçamento.