Ir para o conteúdo
Istituto Belmonte
Idioma

Para grupos

Perguntas da direção

Imagem de ambiente. Não retrata uma sede do Istituto nem uma parada do programa.

Última atualização: 13 de outubro de 2026.

Quem leva um grupo para fora não precisa convencer a nós. Precisa convencer a própria direção. Estas são as perguntas que aquele setor faz, na ordem em que chegam, com a resposta escrita de um jeito que dê para copiar direto dentro de um processo. Onde a resposta depende de algo que ainda não fechamos, dizemos isso em vez de improvisar.


1 · Quem é a parte contratante?

O contrato é assinado entre a instituição que leva o grupo e a empresa italiana que ministra o programa. Não é assinado com os estudantes um por um, e não é assinado com a entidade estudantil se o regulamento da instituição não permitir. No Tecnológico de Monterrey, o regulamento nacional das entidades estudantis determina que compras, faturas e pagamentos de um grupo passem pela direção competente e proíbe o uso de contas pessoais: nesse caso a parte contratante é a instituição. Isso ainda não está fechado: qual instância assina em cada caso depende do procedimento interno da instituição, e revisamos isso com vocês antes de emitir qualquer documento. Até lá o orçamento sai no nome da instituição.

2 · Para quem vai a fatura, e com quais dados?

A fatura é emitida pela empresa italiana que ministra o programa, com seus dados fiscais completos, no nome de quem for a parte contratante. O que precisamos de vocês é razão social, endereço fiscal, CNPJ da instituição e a referência interna do processo, se houver. Uma linha que precisa ser dita sem rodeio. O Istituto Belmonte é uma empresa italiana sem estabelecimento no Brasil, portanto o documento que emitimos é uma fatura italiana e não uma nota fiscal brasileira. Como essa fatura é registrada pela instituição brasileira, e se há retenção na fonte, é o que respondemos por escrito antes da assinatura, caso a caso. Numa página de site a gente não improvisa isso. → Os dados da empresa

3 · O que exatamente se assina, e quando?

Três documentos, nesta ordem.

DocumentoQuandoO que contém
Orçamentoem até dois dias úteis a partir do pedidoprograma, datas, número mínimo e máximo de participantes, o que está incluído e o que não está, validade da oferta
Contrato de prestaçãona confirmaçãoobrigações das duas partes, calendário, multas e cancelamentos, coberturas, foro competente e lei aplicável
Lista nominal de participantesaté o prazo de confirmaçãonomes, documentos e dados necessários para a carta de aceitação e para o seguro

Não existe nenhum convênio-quadro para assinar antes, e não pedimos exclusividade.

4 · O que o programa entrega, e quanto isso vale no Brasil?

Dois documentos diferentes, e a diferença é o ponto. Ao terminar a estadia, uma declaração de participação para quem tiver cursado ao menos 80% das horas previstas, com o programa, as sedes, as datas, o total de horas, os módulos com suas horas, o percentual de presença registrado e o idioma em que foi ministrado. Noventa dias depois, para quem tiver entregado todos os produtos dos módulos e o plano de implementação, um certificado de conclusão do programa.

Quanto valem: registram horas e conteúdos, e nada além disso. Não são título, não dão créditos acadêmicos nem ECTS, não têm validade oficial na Itália nem no Brasil, não são diploma, não estão sujeitos a revalidação e não habilitam para exercer nenhuma profissão. Isso está impresso no próprio documento, não só aqui. O reconhecimento acadêmico dessas horas depende exclusivamente da instituição de origem do estudante. Onde o regulamento dela prevê, o caminho existe e passa por um professor tutor da própria instituição: nesse caso entregamos programa, horas e registro de presença no formato que pedirem. → O que é o documento, com o fac-símile

5 · Que seguros existem, e com quais valores?

São duas coberturas distintas e vale a pena separá-las. A que contratamos nós cobre acidentes e responsabilidade civil durante as atividades do programa. O seguro de viagem, que cobre despesas médicas, repatriação e cancelamento, fica por conta de quem viaja e é obrigatório: o consulado italiano exige de todo modo, com valor mínimo de cobertura de 30.000 euros. Os valores, a seguradora, o número da apólice e a lista do que não é coberto são publicados em números quando a apólice é contratada e anexados ao contrato; até lá são informados por escrito, com resposta em dois dias úteis. Uma cobertura descrita com um adjetivo não serve para ninguém: a tabela sai com números reais ou não sai. A referência com a qual estamos nos medindo são os valores que o próprio Tecnológico de Monterrey exige dos seus estudantes em mobilidade e publica em números: 210.000 USD de despesas médicas e 100.000 USD de responsabilidade civil. São números deles, publicados por eles, citados aqui como referência e não como nossos.

6 · Quem é a pessoa responsável na Itália, e como se chega até ela?

Existe um responsável do grupo durante toda a estadia, localizável a qualquer momento, e um responsável de programas internacionais que é o contato administrativo antes e depois. No site publicamos o cargo e um e-mail que responde de verdade: programas@istitutobelmonte.com, resposta em dois dias úteis, de segunda a sexta, 9h-18h CET, mais um telefone ativo 24 horas enquanto durar a estadia. Nos documentos que entregamos a vocês — orçamento, contrato, ficha técnica, relatório final — vão o nome e o contato direto da pessoa responsável, porque ali eles servem para o trâmite.

7 · O que acontece se um estudante desistir?

Antes da saída vale a política de cancelamento escrita no contrato, que separa a desistência individual do cancelamento do grupo e fixa os prazos em dias em relação à data de início. Se a desistência deixar a turma abaixo do mínimo de participantes, as condições econômicas são revistas em conjunto antes da confirmação. Durante o programa, quem interrompe recebe um documento com as horas efetivamente cursadas se tiver alcançado 80% das horas previstas, e nenhum documento se não tiver alcançado. Avisamos a instituição no mesmo dia. Os prazos e percentuais exatos da política de cancelamento ainda não estão fixados. Eles são publicados nos termos e condições antes de abrirem as inscrições da primeira turma, não depois. → Termos e condições

8 · O que acontece numa emergência médica?

Existe um protocolo escrito, entregue à instituição junto com o contrato e distribuído aos participantes no primeiro dia: para quem se liga primeiro, qual hospital fica mais perto de cada sede, quem acompanha, quem avisa a instituição e a família, e em quanto tempo. O responsável do grupo fica localizável 24 horas por dia durante toda a estadia. Na Itália o atendimento de urgência é garantido a qualquer pessoa. São duas coberturas distintas: a apólice que contratamos nós cobre acidentes e responsabilidade civil durante as atividades do programa; despesas médicas, repatriação sanitária e cancelamento ficam com o seguro de viagem, que é por conta de quem viaja e é obrigatório, com valor mínimo de cobertura de 30.000 euros que o consulado italiano exige de todo modo. Vale o mesmo aviso da pergunta 5: os limites se escrevem quando a apólice existe. O protocolo, esse sim, já existe, e enviamos em versão preliminar a quem pedir, antes da assinatura.

9 · De que documentos o estudante precisa para entrar na Europa?

Para uma estadia de até 90 dias em 180, uma pessoa brasileira não precisa de visto. É preciso passaporte válido por ao menos três meses além da data prevista de saída e emitido nos dez anos anteriores, justificativa do motivo da estadia, meios de subsistência e passagem de ida e volta. A carta de aceitação quem prepara somos nós. Acima de 90 dias seria necessário um visto nacional tipo D, que exige documentos que hoje não temos: é por isso que não vendemos programas mais longos. → A página completa de entrada, visto e permanência, com as fontes oficiais

10 · Quantos dias Schengen a viagem consome?

Exatamente os que ela dura, contando inteiros o dia de chegada e o de saída. Um programa intensivo de 28 dias consome 28 dias, mais os dias das experiências que forem acrescentadas antes ou depois. O número exato está escrito na ficha de cada programa e de cada rota, porque é um dado de que vocês precisam para autorizar, não um detalhe. O teto é de 90 dias em 180, acumulados em todo o espaço Schengen: as viagens anteriores de cada participante contam, e desde 10 de abril de 2026 a contagem na fronteira é automática. É por isso que, no momento da candidatura, pedimos os dias já usados.

11 · O que é entregue no final?

Quatro coisas, à instituição e não só ao estudante.

  1. O registro de presença assinado, dia por dia e hora por hora.
  2. As declarações de participação e, noventa dias depois, os certificados de conclusão, cada um com seu código de verificação.
  3. Um relatório final do grupo: horas efetivas, visitas realizadas com o nome de cada lugar, produtos entregues por módulo, e as diferenças em relação ao programa publicado, com a explicação.
  4. A medição: avaliação dos participantes levantada ao terminar e aos noventa dias, entregue de forma agregada.

12 · Vocês aceitam menores de idade?

Não, e hoje isso é uma decisão provisória declarada, não uma política consolidada. Os programas estão abertos a quem tiver 18 anos completos no dia da saída. Aceitar participantes menores muda as responsabilidades, as coberturas e a documentação exigida, e é algo que ainda não resolvemos. Se no grupo de vocês houver menores de idade, escrevam para nós antes de qualquer outra coisa: a resposta será uma data, não um «talvez».


O que vocês não vão encontrar nesta página, e por quê

Não vão encontrar taxas de colocação no mercado, número de estudantes formados, percentuais de satisfação nem avaliações. Não publicamos porque não temos: o Istituto é novo e a primeira turma ainda não aconteceu. Quando existirem, serão números verificáveis por terceiros e com a fonte ao lado. Enquanto isso publicamos o que existe e pode ser conferido: o programa dia por dia, os lugares visitados com nome e sobrenome, o fac-símile do documento que entregamos, e os dados da empresa que qualquer pessoa encontra no registro de empresas italiano.


O programa não concede título com validade oficial. O Istituto Belmonte é um centro de formação privado italiano. Seus programas não concedem títulos com validade oficial na Itália nem no Brasil e não dão créditos universitários. Ao final é entregue uma declaração de participação.