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Istituto Belmonte
Idioma

Experiência

Duas cadeias produtivas, uma planície

Quatro dias no mesmo pedaço da planície do Pó, onde nasceram duas indústrias que não se parecem em nada, os motores e a comida, e que resolveram o mesmo problema da mesma forma: transformar uma limitação geográfica num nome que se paga mais caro.

Nesta página
  1. Ficha
  2. Roteiro dia a dia
  3. O que se visita
  4. O que inclui e o que não inclui
  5. A época, e por quê
  6. Logística e capacidade
  7. Coberturas
  8. Experiências relacionadas

Nesta experiência se entra numa fábrica em operação. No catálogo acima de dois dias são poucas.

Ficha

Dias
4
Cidades
Bolonha, Módena, Maranello, Parma
Época recomendada
de fevereiro a novembro
Grupo
de 15 a 20 participantes
Idioma das visitas
confirma-se no momento da reserva, sede por sede
Dias Schengen consumidos
4 de 90, contando o dia de entrada e o de saída
Preço
Sob orçamento

→ Pedir orçamento · Baixar o roteiro em PDF

No orçamento escrevemos quais sedes estão confirmadas e quais estão em processo de confirmação, uma a uma.

Roteiro dia a dia

Dia 1 — Bolonha. Dentro de uma fábrica que trabalha

De manhã, Museo Ducati e factory tour, em Borgo Panigale. O museu conta um século de corridas; o factory tour entra na planta onde hoje se montam as motos. É uma das pouquíssimas visitas do catálogo em que se atravessa uma linha de produção viva, e a diferença em relação a um museu de empresa se sente nos primeiros cinco minutos. A reserva on-line é obrigatória.

À tarde, duas horas de sessão de trabalho. A pergunta é uma só e se responde por escrito: quantas das operações vistas de manhã são feitas por uma máquina, quantas por uma pessoa, e por que a empresa decidiu assim em cada caso.

Dia 2 — Maranello e Módena. O preço de um nome

De manhã, Museu Ferrari em Maranello. Entra-se como grupo, até vinte pessoas, em horários reservados. É um museu, não uma planta, e dizemos antes: quem espera a linha de montagem sai decepcionado, e não por culpa sua.

À tarde, Pagani. A visita é com reserva obrigatória e começa num mínimo de quinze pessoas, o que torna esta rota apta a um grupo e não a dois curiosos. Olha-se uma empresa que produz pouquíssimas unidades por ano e que construiu sobre essa escassez todo o seu modelo.

À noite, deslocamento rumo a Parma.

Dia 3 — Parma. Quando o nome é de um território e não de uma empresa

De manhã, Musei del cibo da província de Parma. São uma rede de museus dedicados cada um a um produto, e servem para uma pergunta precisa: o que acontece quando a marca não pertence a uma empresa mas a um consórcio de empresas que competem entre si.

À tarde, Archivio Storico Barilla. Um arquivo de empresa com um século de publicidade, de embalagens e de mudanças de estratégia dentro. Trabalha-se a maneira como uma empresa contou o mesmo produto a quatro gerações diferentes.

Dia 4 — A comparação e o fechamento

De manhã, trabalho em equipe. Motores e comida se comparam em quatro linhas: quem é dono do nome, quem controla a qualidade, quem decide o preço, quem entra e quem não pode entrar na cadeia.

À tarde, apresentações de oito minutos e discussão.

O que se visita

LugarO que éSituação
Museo Ducati e factory tour, BolonhaMuseu de empresa mais visita à planta em operaçãoReservável
Museu Ferrari, MaranelloMuseu de empresa, grupos de até 20 pessoas por horárioReservável
Pagani, MódenaVisita com reserva obrigatória, a partir de um mínimo de 15 pessoasReservável
Musei del cibo, província de ParmaRede de museus de produto ligados aos consórciosSob solicitação
Archivio Storico Barilla, ParmaArquivo de empresaSob solicitação

O que inclui e o que não inclui

Inclui: entradas e visitas guiadas às sedes confirmadas, a reserva e a coordenação com quem recebe, três sessões de trabalho guiadas num total de seis horas, os materiais, uma pessoa do Istituto com o grupo durante toda a experiência e a declaração de participação na experiência. Não inclui: voo, deslocamentos de e para o aeroporto, deslocamentos entre as quatro cidades, hospedagem, alimentação, transporte urbano, seguro pessoal de viagem.

A época, e por quê

Viaja-se de fevereiro a novembro. Janeiro fica de fora na sua primeira semana porque as empresas italianas reabrem depois de 6 de janeiro, e não se recomenda o resto do mês porque esta experiência vive de plantas em operação e de gente com quem conversar, não de salas de exposição.

Agosto fica de fora: é o mês das paradas de planta, e uma fábrica parada é justamente o que esta experiência não é.

A melhor janela para o canal universitário é fevereiro-abril. O porquê, mês a mês, está na página Temporadas.

Logística e capacidade

As quatro sedes estão dentro de um raio de uns cem quilômetros e se cobrem com deslocamentos curtos; Bolonha e Parma estão ligadas por trem de alta velocidade, Maranello e Módena pedem transporte rodoviário.

A menor capacidade da rota é de 20 pessoas, a do Museu Ferrari, e a Pagani pede um mínimo de 15: esta experiência tem então uma janela estreita e declarada, entre quinze e vinte. O grupo recomendado é de 15 pessoas: é o tamanho que alcança as tarifas de grupo sem passar dos limites de acesso das visitas. Acima de 20 o roteiro se parte em dois turnos, o dia se alonga e o custo por pessoa não baixa.

Coberturas

O programa inclui uma apólice de acidentes e responsabilidade civil por toda a estadia. As importâncias seguradas, a seguradora e o número da apólice são publicados na contratação e anexados ao contrato; enquanto isso, pedem-se por escrito, com resposta em dois dias úteis.

Quer que conte como formação, com uma declaração? Esta experiência pode ser integrada a um programa do Istituto, com horas de aula, um trabalho a entregar e uma declaração de participação. → Para grupos

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