Experiência
Um nome geográfico se defende
Quatro dias numa cidade de trinta mil habitantes que transformou um formato de trigo duro num nome reconhecido no mundo inteiro, e numa cidade grande ao lado que tem outros nomes a defender. A pergunta é sempre a mesma: quem é o dono de uma marca que leva o nome de um lugar.
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- Nesta experiência se entra numa fábrica de massa em operação, mas só em duas janelas do ano. O Consórcio abre as fábricas em 30 de maio, dentro do Maggio della Cultura, e de 11 a 13 de setembro, pelo Gragnano Città della Pasta, com visitas só com reserva. Fora desses dias a experiência existe igual, mas sem a produção, e nesse caso o programa diz. É o único asterisco do catálogo e preferimos explicar aqui a deixar que descubra quem já reservou.
Ficha
- Dias
- 4
- Cidades
- Nápoles e Gragnano
- Época recomendada
- de março a junho e de setembro a outubro; com a produção aberta, 30 de maio e de 11 a 13 de setembro
- Grupo
- de 15 a 20 participantes
- Idioma das visitas
- confirma-se no momento da reserva, sede por sede
- Dias Schengen consumidos
- 4 de 90, contando o dia de entrada e o de saída
- Preço
- Sob orçamento
→ Pedir orçamento · Baixar o roteiro em PDF
Escreve-se qual instituição traz o grupo, quantos participantes são e duas datas possíveis. Se alguma das duas cair dentro das janelas de portas abertas, assinalamos na resposta.
Roteiro dia a dia
Dia 1 — Nápoles. Onde se guardam as contas de uma cidade
De manhã, Museu e Arquivo Histórico do Banco di Napoli, Il Cartastorie, na via dei Tribunali. Lá dentro há séculos de registros contábeis de um banco que emprestava a qualquer um, e que conservou os históricos: lê-se o que as pessoas compravam, a quem deviam e por quê. Para um grupo de jovens empreendedores é a aula de crédito mais concreta que existe. A bilheteria fecha uma hora antes do museu.
À tarde, duas horas de sessão de trabalho sobre as fontes vistas de manhã.
Dia 2 — Gragnano. O formato, a água, o nome
De manhã, La Fabbrica della Pasta di Gragnano. A empresa tem museu próprio com página de reserva dedicada, e conta por que uma fábrica de massa nasce naquele ponto exato do vale: o ar, a água, a orientação das ruas.
À tarde, Museo della Pasta Cuomo, na via Roma. Um segundo ator da mesma cadeia na mesma cidade, com outra história e outra decisão industrial: é a comparação que torna Gragnano uma aula e não um passeio.
Nas duas janelas de portas abertas do Consórcio, o dia muda e inclui o acesso a uma fábrica de massa em operação, com reserva.
Dia 3 — Nápoles. Uma empresa de duzentos e quarenta anos
De manhã, Museu M. Cilento dal 1780, na Riviera di Chiaia. É uma alfaiataria napolitana que trabalha desde o século XVIII e que abriu um museu dentro do próprio negócio. Fala-se de sucessão, de medida e do que fica igual num produto quando em volta tudo muda.
À tarde, sessão de trabalho de duas horas.
Dia 4 — A comparação e o fechamento
De manhã, trabalho em equipe. Responde-se por escrito a uma pergunta: se amanhã uma empresa brasileira produzisse a mesma massa com o mesmo procedimento, o que poderia escrever na embalagem e o que não, e quem a impediria.
À tarde, apresentações de oito minutos e discussão.
O que se visita
| Lugar | O que é | Situação |
|---|---|---|
| La Fabbrica della Pasta di Gragnano | * Fábrica de massa em operação com museu próprio e página de reserva | Sob solicitação |
| Museo della Pasta Cuomo, Gragnano | Museu de empresa da massa, outro ator da mesma cadeia na cidade | Sob solicitação |
| Il Cartastorie — Museu e Arquivo Histórico do Banco di Napoli | Arquivo histórico bancário aberto a visitas | Sob solicitação |
| Museu M. Cilento dal 1780, Nápoles | Museu dentro de uma alfaiataria em operação desde 1780 | Sob solicitação |
| Pastificio Garofalo, portas abertas do Consórcio | Acesso com formulário publicado pelo Consórcio, só nas janelas de data fixa | Sob solicitação |
O que inclui e o que não inclui
Inclui: entradas e visitas guiadas às sedes confirmadas, a reserva e a coordenação com quem recebe, três sessões de trabalho num total de seis horas, os materiais, uma pessoa do Istituto com o grupo durante toda a experiência e a declaração de participação na experiência. Não inclui: voo, deslocamentos de e para o aeroporto, deslocamentos entre Nápoles e Gragnano, hospedagem, alimentação, transporte urbano, seguro pessoal de viagem.
A época, e por quê
Viaja-se de março a junho e de setembro a outubro.
Janeiro e fevereiro ficam de fora: as empresas reabrem depois de 6 de janeiro e o vale de Gragnano no inverno trabalha de porta fechada.
Agosto fica de fora.
As duas datas em que a produção se vê de verdade são 30 de maio e 11-13 de setembro, e caem dentro da janela recomendada. Um grupo que pode escolher data escolhe uma dessas. O porquê, mês a mês, está na página Temporadas.
Logística e capacidade
Gragnano fica a uns quarenta quilômetros de Nápoles e o dia se faz de ida e volta sem trocar de hotel.
O grupo recomendado é de 15 pessoas: é o tamanho que alcança as tarifas de grupo sem passar dos limites de acesso das visitas, que nestas sedes chegam a 25. Acima de 20 o roteiro se parte em dois turnos, o dia se alonga e o custo por pessoa não baixa. Nos dias de portas abertas do Consórcio as vagas são limitadas pela organização e não por nós: reserva-se assim que saem as datas.
Coberturas
O programa inclui uma apólice de acidentes e responsabilidade civil por toda a estadia. As importâncias seguradas, a seguradora e o número da apólice são publicados na contratação e anexados ao contrato; enquanto isso, pedem-se por escrito, com resposta em dois dias úteis.
Quer que conte como formação, com uma declaração? Esta experiência pode ser integrada a um programa do Istituto, com horas de aula, um trabalho a entregar e uma declaração de participação. → Para grupos
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Respondemos em dois dias úteis com as datas, o programa dia a dia e o orçamento.